Por Paulo Alencar
Constatação de mudanças, mesmo sem a plena consciência política do eleitor.
Sentimento de esperança que os novos eleitos possam imprimir aos atos do legislativo um caráter de moralidade, ética e respeito aos representados.
Em meio a tudo o que a população realmente almeja é que o sangue novo no legislativo não se contamine pelo vírus da imoral e nefasta prática que vem dominando o poder público nos últimos anos em todo país. Marechal Deodoro não ficou de fora. Muito pelo contrário. Marechal seguiu a reboque da onda de corrupção que assola o território nacional, gerando fatos que ultrapassam nossas fronteiras estaduais. Vergonhoso! Mais que isso, ultrajante! E diante de tudo o pacato deodorense aceitou calado, submisso até, mas no íntimo revoltado.
O resultado das urnas do último pleito não refletiu um basta definitivo. Apenas deixou claro que, além da chance do eleitor obter alguma vantagem, queria ver cara nova no poder. Essa vontade não chegou a deixar clara a seleção pela qualidade, mas ficou evidente que alguma lapidação houve na consciência do eleitor.
Portanto, caros eleitos, procurem HONRAR o cargo que lhe foi conferido procurando recobrar a credibilidade no poder. Não se emporcalhem com as migalhas, por mais cifras que possam conter. Lembrem-se que o cargo é transitório e o poder efêmero.
O que fica para a posteridade é o valor ético e moral que se atribui ao nome do agente público em função dos atos praticados enquanto atuantes.
terça-feira, 28 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Brasil de todos

Por Paulo Alencar
Sentado num bar, tomando um chopinho enquanto espero meu filho e aprecio a bela Praia de Copacabana com toda essa gente alegre e bonita transitando pelo calçadão da Av. Atlântica, ouço o bate-papo de cinco senhores de idade razoavelmente avançada. Sentados à mesa ao lado permitem-me ouvir claramente a discussão. O assunto permeava entre as ações do governo do Rio de Janeiro, as maracutaias do nosso Congresso Nacional e os últimos acontecimentos do no nosso poder judiciário. O debate parecia tranqüilo até o assunto tender para o embate chulo entre ministros do Supremo. Todos faziam questão de se posicionar, ora a favor de um, ora de outro, mas sempre enfatizando a necessidade do cumprimento da legislação. Enfim, uma discussão recheada de teses moralistas, éticas e legais.
O papo seguia acalorado quando o garçom, ao trazer mais uma rodada de chope disse: “vocês só estão falando porque não estão lá, mamando também!”
Todos ficaram por instantes emudecidos e quando retomaram a conversa o assunto passou a enfocar o final do campeonato carioca entre o Flamengo e o Botafogo. Quem cala consente, diz o adágio popular.Enfim, este é o Brasil, não de todos os brasileiro, mas infelizmente de sua grande maioria
Sentado num bar, tomando um chopinho enquanto espero meu filho e aprecio a bela Praia de Copacabana com toda essa gente alegre e bonita transitando pelo calçadão da Av. Atlântica, ouço o bate-papo de cinco senhores de idade razoavelmente avançada. Sentados à mesa ao lado permitem-me ouvir claramente a discussão. O assunto permeava entre as ações do governo do Rio de Janeiro, as maracutaias do nosso Congresso Nacional e os últimos acontecimentos do no nosso poder judiciário. O debate parecia tranqüilo até o assunto tender para o embate chulo entre ministros do Supremo. Todos faziam questão de se posicionar, ora a favor de um, ora de outro, mas sempre enfatizando a necessidade do cumprimento da legislação. Enfim, uma discussão recheada de teses moralistas, éticas e legais.
O papo seguia acalorado quando o garçom, ao trazer mais uma rodada de chope disse: “vocês só estão falando porque não estão lá, mamando também!”
Todos ficaram por instantes emudecidos e quando retomaram a conversa o assunto passou a enfocar o final do campeonato carioca entre o Flamengo e o Botafogo. Quem cala consente, diz o adágio popular.Enfim, este é o Brasil, não de todos os brasileiro, mas infelizmente de sua grande maioria
quinta-feira, 2 de abril de 2009
DI POLITICOS & DI POLITICA
OPOSIÇÃO É MELHOR QUE SITUAÇÃO?
Observo a SITUAÇÃO atualmente e me questiono:
· Homem preparado para comícios BRASUCAS, o ATUAL é!
· Carismático Idem.
· Tem preparo para lidar e falar com líderes INTERNACIONAIS?
· Sua VERBORRÉIA assusta e ENVERGONHA! Não pela cultura... mas pelos DESATINOS que mais parecem com outra RÉIA que não a verbal. Desculpem o trocadilho infame, OU pertinente, entendam como quiserem e opinem!
· Melhorou a situação dos mais carentes? Um pouco!
· Como se conduz no que tange a ÉTICA?
· Como foram tratados os AMIGOS do Comandante MOR? AS BENESSES do Filho? O caso do IRMÃO?
Respondendo a minha indagação INICIAL, concluo: SE FOSSE REALMENTE TRANSPARENTE, E NÃO TIVESSE UM TELHADO DE VIDRO TALVEZ...
AINDA ASSIM, RESTAM AS OUTRAS PERGUNTAS, E ENTREVISTAS TRANSMITIDAS PELA MÍDIA, NÃO ME REFIRO NEM A GLOBO, EXISTEM OUTRAS TELEVISIVAS, EM TEMPO REAL, SEM MAQUIAGENS. BASTA VER E TIRAR AS CONCLUSÕES. Que o “ deus do bom senso “ dê a LULA, até o final do mandato, o que ELE mais precisa INTELIGÊNCIA e o Dom da PALAVRA e não da VERBORRÉIA!
SANTA HIPOCRISIA
· ESTUPRO DE UMA CRIANÇA DE 9 ANOS ( com alto risco de vida porque não tem compleição física para levar uma gestação a termo EXCOMUNGADA): Médicos, Juízes, e sua Mãe EXCOMUNGADOS POR consentirem ou CONTRIBUÍREM COM O ABORTO!
· PADRES PEDÓFILOS ESPALHADOS PELO MUNDO AFORA: Mudam de paróquia e caem no anonimato, enquanto isso... As crianças MOLESTADAS FICAM MARCADAS PELO RESTO DE SUAS VIDAS...
MEU PEDAÇO DE PARAÍSO: PRAIA DO FRANCÊS!
Sinceramente, habituei-me ao CAOS deste lugar! Isso, que tão logo lá fixei morada assustei-me quando um garçom de uma determinada barraca, MANDOU que eu ‘ ALIMPASSE A ÁREA “ saísse dali com minha toalha e kanga, para que ELE pudesse ARRUMAR a PRAIA!!!! Pensei cá com meu bronzeador: Com certeza ele deve ser da limpeza municipal. Olhei ao redor e percebi cocos, pratos, sacolas, espetinhos de madeira espalhados pela areia. Prontamente recolhi minhas coisas para o nobre serviço! Assustei-me quando o vi arrastar os dejetos para o lado, deixando tudo amontoado naquele trecho! Quando fui estender minha kanga novamente, o tal descarregou um monte de cadeiras, mesinhas e guarda sol! Ainda fui torpedeada com a pergunta: o que a moça ( ao menos uma palavra soou como uma longínqua musica aos meus ouvidos rsrsrsrs) vai querer CONSUMIR NA BARRACA? Foi quando percebi que a praia tinha DONO, e que não éramos nós, os simples mortais e moradores do lugar!
Lição aprendida, comecei a frequentar as BARRACAS, logo percebi que havia um cardápio para os locais e OUTRO para os turistas vindos de outros estados ou paises. Percebi que o melhor era andar para o coqueiral se eu quisesse PRIVACIDADE, embora as águas não propiciassem um banho tranqüilo, devido ao mar revolto! Próprio para os surfistas. Ou então andar para as piscinas naturais, lado contrário. Quando a maré estava baixa. Porque tomar banho em frente as barracas era uma árdua MARATONA de driblar guarda sol, cadeiras, ambulantes, vendedores de queijo balançando seu braseiro, e finalmente o mar... NÃO, ledo engano. No mar, tem os barcos, suas âncoras e o óleo espalhado já nas não tão límpidas e cristalinas águas como nos dias de semana.
A revitalização da praia me animou, com um projeto mais coerente. Contudo, penso nos AMIGOS que tiveram suas vidas ali investidas, que criaram filhos e netos com o suor de seu trabalho! Será que os novos empresários terão FREIO para não avançarem além do permitido? A quem caberá essa fiscalização?
Um punhal atravessou meu peito ao ver um senhor sexagenário sentado nos escombros chorando ao ver seu ganha pão transformado em ESCOMBROS! Quem controlará os AMBULANTES vindos de todos os lados? Espero de coração, que tais providências já estejam sendo tomadas!
Neila Ciglioni
Observo a SITUAÇÃO atualmente e me questiono:
· Homem preparado para comícios BRASUCAS, o ATUAL é!
· Carismático Idem.
· Tem preparo para lidar e falar com líderes INTERNACIONAIS?
· Sua VERBORRÉIA assusta e ENVERGONHA! Não pela cultura... mas pelos DESATINOS que mais parecem com outra RÉIA que não a verbal. Desculpem o trocadilho infame, OU pertinente, entendam como quiserem e opinem!
· Melhorou a situação dos mais carentes? Um pouco!
· Como se conduz no que tange a ÉTICA?
· Como foram tratados os AMIGOS do Comandante MOR? AS BENESSES do Filho? O caso do IRMÃO?
Respondendo a minha indagação INICIAL, concluo: SE FOSSE REALMENTE TRANSPARENTE, E NÃO TIVESSE UM TELHADO DE VIDRO TALVEZ...
AINDA ASSIM, RESTAM AS OUTRAS PERGUNTAS, E ENTREVISTAS TRANSMITIDAS PELA MÍDIA, NÃO ME REFIRO NEM A GLOBO, EXISTEM OUTRAS TELEVISIVAS, EM TEMPO REAL, SEM MAQUIAGENS. BASTA VER E TIRAR AS CONCLUSÕES. Que o “ deus do bom senso “ dê a LULA, até o final do mandato, o que ELE mais precisa INTELIGÊNCIA e o Dom da PALAVRA e não da VERBORRÉIA!
SANTA HIPOCRISIA
· ESTUPRO DE UMA CRIANÇA DE 9 ANOS ( com alto risco de vida porque não tem compleição física para levar uma gestação a termo EXCOMUNGADA): Médicos, Juízes, e sua Mãe EXCOMUNGADOS POR consentirem ou CONTRIBUÍREM COM O ABORTO!
· PADRES PEDÓFILOS ESPALHADOS PELO MUNDO AFORA: Mudam de paróquia e caem no anonimato, enquanto isso... As crianças MOLESTADAS FICAM MARCADAS PELO RESTO DE SUAS VIDAS...
MEU PEDAÇO DE PARAÍSO: PRAIA DO FRANCÊS!
Sinceramente, habituei-me ao CAOS deste lugar! Isso, que tão logo lá fixei morada assustei-me quando um garçom de uma determinada barraca, MANDOU que eu ‘ ALIMPASSE A ÁREA “ saísse dali com minha toalha e kanga, para que ELE pudesse ARRUMAR a PRAIA!!!! Pensei cá com meu bronzeador: Com certeza ele deve ser da limpeza municipal. Olhei ao redor e percebi cocos, pratos, sacolas, espetinhos de madeira espalhados pela areia. Prontamente recolhi minhas coisas para o nobre serviço! Assustei-me quando o vi arrastar os dejetos para o lado, deixando tudo amontoado naquele trecho! Quando fui estender minha kanga novamente, o tal descarregou um monte de cadeiras, mesinhas e guarda sol! Ainda fui torpedeada com a pergunta: o que a moça ( ao menos uma palavra soou como uma longínqua musica aos meus ouvidos rsrsrsrs) vai querer CONSUMIR NA BARRACA? Foi quando percebi que a praia tinha DONO, e que não éramos nós, os simples mortais e moradores do lugar!
Lição aprendida, comecei a frequentar as BARRACAS, logo percebi que havia um cardápio para os locais e OUTRO para os turistas vindos de outros estados ou paises. Percebi que o melhor era andar para o coqueiral se eu quisesse PRIVACIDADE, embora as águas não propiciassem um banho tranqüilo, devido ao mar revolto! Próprio para os surfistas. Ou então andar para as piscinas naturais, lado contrário. Quando a maré estava baixa. Porque tomar banho em frente as barracas era uma árdua MARATONA de driblar guarda sol, cadeiras, ambulantes, vendedores de queijo balançando seu braseiro, e finalmente o mar... NÃO, ledo engano. No mar, tem os barcos, suas âncoras e o óleo espalhado já nas não tão límpidas e cristalinas águas como nos dias de semana.
A revitalização da praia me animou, com um projeto mais coerente. Contudo, penso nos AMIGOS que tiveram suas vidas ali investidas, que criaram filhos e netos com o suor de seu trabalho! Será que os novos empresários terão FREIO para não avançarem além do permitido? A quem caberá essa fiscalização?
Um punhal atravessou meu peito ao ver um senhor sexagenário sentado nos escombros chorando ao ver seu ganha pão transformado em ESCOMBROS! Quem controlará os AMBULANTES vindos de todos os lados? Espero de coração, que tais providências já estejam sendo tomadas!
Neila Ciglioni
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A LEI DA (DES)VANTAGEM
Por Paulo Alencar
Um sonho, um objetivo profissional ou qualquer que seja a meta traçada em nossa vida, para ser alcançada com o sucesso esperado, é necessário algum sacrifício. Talvez perder algumas noites de sono, abdicar de algumas baladas em finais de semana ou relegar o namoro a um plano secundário pode até fazer parte desse trajeto rumo à realização. Ou seja, para se obter êxito na vida é imprescindível empenho, obstinação e muito trabalho.
Da mesma forma, o trabalho produtivo, aquele em que pode se auferir lucros sem o prejuízo de outrem, é parte dessa trajetória. Um trabalho honesto, ético, moral e em pleno respeito ao direito de nossos semelhantes. Sem o trabalho honesto, para se ganhar, é óbvio que alguém sairá perdendo. E para justificar as desonestidades entra em cena a famosa Lei da Vantagem, aquela em que o tirar proveito da situação é o objetivo maior, não importa a quem vai se atingir.
O pior é quando a gente percebe que no Brasil é assim, "o importante é levar vantagem em tudo". (Lei da Vantagem ou de Gérson...). O que vemos é mais gente se vangloriando de guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado, de penetrar em meio da fila do banco ou do cinema, de bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba, de arrancar as páginas dos livros das bibliotecas públicas. A cada dia ouvimos quem propale como vantagem que trocou o voto por empregos ou cestas básicas ou ainda que divulgou realizações políticas que nunca foram feitas. Enfim, o que mais ouvimos são brasileiros que decantam suas estripulias em que tiraram proveito de outrem e ainda se colocam na condição de inteligentes e espertos. No meu entendimento essa é a lógica da perpetuação da irracionalidade, da indecência, da desonestidade. O prejuízo de terceiros acaba recaindo sobre os próprios sabichões. É pura burrice.
Felizmente há os descontentes, os lutadores, os sonhadores, os que querem manter o sol aceso, brilhando e no alto. E que esses descontentes possam disseminar a decência, senso de coletividade, compreenção e respeito por si e pelos outros. E que a nova geração, ainda não contaminada pelo vício dos que chamam desonestidades flagrantes de espertezas técnicas, possam aceitar o sacrifício da honestidade para galgar o patamar do sucesso.
sábado, 14 de março de 2009
REPENSANDO A ORLA
Por Paulo Alencar
Nosso amigo Myro Rolin comentou que “há muito que a orla da Praia do Francês merecia ser repensada e refeita”. Hoje, mesmo que sendo considerado por algumas pessoas como tardiamente, o “Projeto Orla” do Governo Federal vem desenvolvendo algumas ações que inclui a atuação das Gerências do Serviço do Patrimônio da União na reorganização das áreas de marinha em trechos urbanos. O SPU pode ter dado um longo cochilo, mas enfim acordou e vem atuando em Maceió, Praia do Francês, Praia da Sereia e Maragogi. Em todas essas localidades os empresários estavam “tornando-se donos de algo que não os pertence, criando uma situação de divisão social onde quem pode econômicamente usufrui da área da praia próximas às barracas, e quem não pode tem que ficar em outros lugares...” como afirmou ainda Myro, com quem concordo inteiramente.
A política do SPU, segundo seu Gerente José Roberto, é recuperar os espaços públicos sob jurisdição federal ao longo da orla marítima, os conhecidos “terrenos de marinha”, e devolvê-los à população. No entanto, não passa pela decisão do órgão uma simples limpeza das áreas sem a preocupação com o desemprego e, principalmente, com o desamparo aos que dependem da existência das barracas –restaurantes. Esses espaços, após sua desocupação, serão entregues à gestão das prefeituras que ficarão sujeitas às regras pré-definidas, entre elas a ocupação por quiosques de pequeno porte e em menor número para propiciar maiores espaços à população. Outra imposição do SPU é a realização de concorrência pública para definição de novos ocupantes desses quiosques, evitando assim o clientelismo protecionista normalmente praticado pelos prefeitos.
Hoje Maceió já tem definida sua ocupação nesses moldes e Maragogi toma a iniciativa de tentar reurbanizar sua orla urbana com a implantação, já em execução, do projeto do arquiteto Alex Barbosa. Quanto aos novos estabelecimentos comerciais a serem implantados, Maragogi já conta com um projeto definido pelos arquitetos Paulo Alencar e Sandra Santos com o aval do órgão federal. Nesses próximos dias o prefeito Marcos Madeira deverá estar reunido com os ocupantes dos atuais estabelecimentos comerciais para apresentar o projeto e definir a forma de transição da ocupação da área. Foi uma iniciativa muito bem recebida pelos técnicos do SPU.
Certamente, em futuro próximo, as ações do Patrimônio da União deverão se estender aos imóveis residenciais que se encontram irregulares em outras praias de nosso litoral. Apesar de ser uma situação diversa e até poder estar legalizada nos moldes da legislação vigente, a ocupação de trechos da orla marítima por residências particulares que privatizam a praia é altamente injusta, pois cerceia o direito do cidadão ao acesso à praia (inclusive a Praia do Saco, em Marechal Deodoro). Acredito que, como o amigo Myro, muitos outros cidadãos comuns esperam ansiosos o dia em que possam sentir a justiça imperar superando o poder do dinheiro e das ingerências politiqueiras a que estão acostumados presenciar. E eu também!
Nosso amigo Myro Rolin comentou que “há muito que a orla da Praia do Francês merecia ser repensada e refeita”. Hoje, mesmo que sendo considerado por algumas pessoas como tardiamente, o “Projeto Orla” do Governo Federal vem desenvolvendo algumas ações que inclui a atuação das Gerências do Serviço do Patrimônio da União na reorganização das áreas de marinha em trechos urbanos. O SPU pode ter dado um longo cochilo, mas enfim acordou e vem atuando em Maceió, Praia do Francês, Praia da Sereia e Maragogi. Em todas essas localidades os empresários estavam “tornando-se donos de algo que não os pertence, criando uma situação de divisão social onde quem pode econômicamente usufrui da área da praia próximas às barracas, e quem não pode tem que ficar em outros lugares...” como afirmou ainda Myro, com quem concordo inteiramente.
A política do SPU, segundo seu Gerente José Roberto, é recuperar os espaços públicos sob jurisdição federal ao longo da orla marítima, os conhecidos “terrenos de marinha”, e devolvê-los à população. No entanto, não passa pela decisão do órgão uma simples limpeza das áreas sem a preocupação com o desemprego e, principalmente, com o desamparo aos que dependem da existência das barracas –restaurantes. Esses espaços, após sua desocupação, serão entregues à gestão das prefeituras que ficarão sujeitas às regras pré-definidas, entre elas a ocupação por quiosques de pequeno porte e em menor número para propiciar maiores espaços à população. Outra imposição do SPU é a realização de concorrência pública para definição de novos ocupantes desses quiosques, evitando assim o clientelismo protecionista normalmente praticado pelos prefeitos.
Hoje Maceió já tem definida sua ocupação nesses moldes e Maragogi toma a iniciativa de tentar reurbanizar sua orla urbana com a implantação, já em execução, do projeto do arquiteto Alex Barbosa. Quanto aos novos estabelecimentos comerciais a serem implantados, Maragogi já conta com um projeto definido pelos arquitetos Paulo Alencar e Sandra Santos com o aval do órgão federal. Nesses próximos dias o prefeito Marcos Madeira deverá estar reunido com os ocupantes dos atuais estabelecimentos comerciais para apresentar o projeto e definir a forma de transição da ocupação da área. Foi uma iniciativa muito bem recebida pelos técnicos do SPU.
Certamente, em futuro próximo, as ações do Patrimônio da União deverão se estender aos imóveis residenciais que se encontram irregulares em outras praias de nosso litoral. Apesar de ser uma situação diversa e até poder estar legalizada nos moldes da legislação vigente, a ocupação de trechos da orla marítima por residências particulares que privatizam a praia é altamente injusta, pois cerceia o direito do cidadão ao acesso à praia (inclusive a Praia do Saco, em Marechal Deodoro). Acredito que, como o amigo Myro, muitos outros cidadãos comuns esperam ansiosos o dia em que possam sentir a justiça imperar superando o poder do dinheiro e das ingerências politiqueiras a que estão acostumados presenciar. E eu também!
Que tal trocar o copo plástico por uma caneca?
*Por Pedro Alencar
A idéia de trocar copos plásticos por canecas numa Indústria de Rações, que surgiu em conjunto com os funcionários, foi implantada há pouco tempo e está trazendo resultados positivos. De acordo com o Chefe de Unidade dessa indústria, Paulo Rucks, um mural isolado com vidro foi construído e 40 canecas foram adquiridas. - “Cada trabalhador possui um recipiente com o seu próprio nome para beber água. Além de reduzir significativamente os custos, vamos contribuir com o meio ambiente”, esclareceu Rulks. Nesta empresa, no final do dia, era comum encontrar muitos copos plásticos de vários tamanhos acumulados no lixo. Com média de três copos utilizados diariamente por pessoa, as despesas com 34 funcionários chegavam aos 100 copos/dia e a 2.200 no mês. Com a substituição dos copos plásticos no final do mês chegou-se a uma economia média de R$ 66,00. “Estamos evitando o desperdício e organizando melhor o nosso ambiente de trabalho. Temos até caneca para as pessoas que visitam a indústria de rações”, explica Rucks. Para que a higiene seja mantida, o trabalhador é orientado a lavar a caneca e guardá-la, sempre evitando o desperdício de água.
Saiba mais
Plásticos já respondem por 70% da poluição dos oceanos. De acordo com estudo realizado por organizações não governamentais, a concentração de material plástico nos oceanos, antes restrita a alguns pontos, hoje é onipresente nas águas dos mares do mundo inteiro e atingiu níveis inéditos. Segundo a ONU, existem 46 mil fragmentos de plástico em cada 2,5 quilômetros quadrados da superfície dos oceanos. Isso significa que a substância já responde por 70% da poluição marinha por resíduos sólidos. Quando o assunto é poluição, o plástico é sempre citado como um dos grandes vilões, pois leva mais de 100 anos para se degradar. Copos plásticos consomem energia na fabricação, matéria-prima e aumentam o acúmulo de lixo, contribuindo para a emissão de gases
Fonte: http://www.copercampos.com.br/
A idéia sugerida para as empresas e estabelecimentos de ensino alagoanos é substituir os recipientes de água mineral e copos plásticos por bebedouros com filtro. Citando como exemplo o Alagoas Cursos podemos levar em conta que cada turma tem em média de 60 alunos e 3 turmas por período; se cada turma consome 30 copos plásticos por dia, são 270 copos, no mínimo, que o Alagoas Cursos coloca no meio ambiente por dia e 98 550 por ano. A redução desses plásticos no meio ambiente já é uma grande ajuda no combate à poluição, sem contar com a economia para o Alagoas Cursos. Desde então sugiro que todos os empresários pensem neste simples ato em favor da natureza e como redução dos custos.
*Pedro Tiago Alencar é aluno do Alagoas Cursos e Gestor Ambiental
A idéia de trocar copos plásticos por canecas numa Indústria de Rações, que surgiu em conjunto com os funcionários, foi implantada há pouco tempo e está trazendo resultados positivos. De acordo com o Chefe de Unidade dessa indústria, Paulo Rucks, um mural isolado com vidro foi construído e 40 canecas foram adquiridas. - “Cada trabalhador possui um recipiente com o seu próprio nome para beber água. Além de reduzir significativamente os custos, vamos contribuir com o meio ambiente”, esclareceu Rulks. Nesta empresa, no final do dia, era comum encontrar muitos copos plásticos de vários tamanhos acumulados no lixo. Com média de três copos utilizados diariamente por pessoa, as despesas com 34 funcionários chegavam aos 100 copos/dia e a 2.200 no mês. Com a substituição dos copos plásticos no final do mês chegou-se a uma economia média de R$ 66,00. “Estamos evitando o desperdício e organizando melhor o nosso ambiente de trabalho. Temos até caneca para as pessoas que visitam a indústria de rações”, explica Rucks. Para que a higiene seja mantida, o trabalhador é orientado a lavar a caneca e guardá-la, sempre evitando o desperdício de água.
Saiba mais
Plásticos já respondem por 70% da poluição dos oceanos. De acordo com estudo realizado por organizações não governamentais, a concentração de material plástico nos oceanos, antes restrita a alguns pontos, hoje é onipresente nas águas dos mares do mundo inteiro e atingiu níveis inéditos. Segundo a ONU, existem 46 mil fragmentos de plástico em cada 2,5 quilômetros quadrados da superfície dos oceanos. Isso significa que a substância já responde por 70% da poluição marinha por resíduos sólidos. Quando o assunto é poluição, o plástico é sempre citado como um dos grandes vilões, pois leva mais de 100 anos para se degradar. Copos plásticos consomem energia na fabricação, matéria-prima e aumentam o acúmulo de lixo, contribuindo para a emissão de gases
Fonte: http://www.copercampos.com.br/
A idéia sugerida para as empresas e estabelecimentos de ensino alagoanos é substituir os recipientes de água mineral e copos plásticos por bebedouros com filtro. Citando como exemplo o Alagoas Cursos podemos levar em conta que cada turma tem em média de 60 alunos e 3 turmas por período; se cada turma consome 30 copos plásticos por dia, são 270 copos, no mínimo, que o Alagoas Cursos coloca no meio ambiente por dia e 98 550 por ano. A redução desses plásticos no meio ambiente já é uma grande ajuda no combate à poluição, sem contar com a economia para o Alagoas Cursos. Desde então sugiro que todos os empresários pensem neste simples ato em favor da natureza e como redução dos custos.
*Pedro Tiago Alencar é aluno do Alagoas Cursos e Gestor Ambiental
domingo, 8 de março de 2009
VISÃO FEMININA

08/03 ... 08/04 ... 08/08 ... 08/12 ...
Minhas palavras hoje irão para VOCÊ que hoje:
Levantou-se e inundou a casa com aquele cheirinho de café coado na hora... Juntando a esse aroma, o do pão quentinho saído do forno comprado na padaria próxima ou esquentado por você.
Que teve a preocupação de arrumar cuidadosamente, ainda que de forma MODESTA, a mesa, para que alguém ao acordar, encontrasse disposta, ao lado da xícara, senão uma flor, ao menos os utensílios necessários, para o café da manhã!
Que olhou nos olhos e desejou com palavras saídas, verdadeiramente, do coração, um BOM DIA! Começando a LIDA do dia a dia numa rápida ou minuciosa ARRUMAÇÃO da desordem da noite anterior.
Que ao acordar, antes de sair da cama, fez um breve retrospecto dos desconfortos sentidos numa ou várias gestações ( enjoos, noites insones, peso ... ).
Você, que tantas vezes viu ou percebeu os olhos vermelhos ou umedecidos por lágrimas represadas na ALMA, por motivos que você sabia ( e não fingiu ignorar ). Que dá VALOR a função desempenhada, dentro e/ou fora de casa por uma MULHER, no comando ou esteio de seu LAR!!!
MEU BOM DIA HOJE, É PARA TODOS OS CUECAS, QUE SOUBERAM, E QUE SABEM DIVIDIR UM CHOCOLATE, UM SORVETE, UMA CAIXA DE MORANGOS, UMA TAPIOCA ... UM BISCOITO QUE SEJA, COM UMA CALCINHA. Fazendo desse evento uma fonte inesgotável de PRAZER EM PARTILHAR!!!
Chegar ao coração de uma MULHER é muito FÁCIL... Manter-se por longo tempo nele, é onde reside a SABEDORIA... BASTAM PEQUENOS GESTOS...
ABENÇOADOS TODOS OS CUECAS, QUE COM ESSES GESTOS, POR LÁ FIXAM SUA MORADIA!
QUE TODAS MINHAS AMIGAS CALCINHAS SEJAM HOJE E SEMPRE, BRINDADAS POR UM!
Neila Ciglioni
sábado, 7 de março de 2009
FATOS&FUTRIKAS de 05-03-2009
Fotos Pedro Tiago - PT
RETOMADA DA DERRUBADA
Mais cinco barracas da Praia do Francês são derrubadas em função da execução dos processos de reintegração de posse movido pelo Serviço do Patrimônio da União. O processo se arrasta desde o século passado, ou mais precisamente desde o ano de 1998 quando o SPU e a Prefeitura de Marechal Deodoro, através do Ex-prefeito João Lima, tentaram regularizar a situação de irregularidade das barracas daquela Praia.

MAIS UMA VEZ A REALIDADE
Na início o Gerente do SPU – Al, José Roberto, preocupado com a ampliação desordenada de algumas barracas, definiu um limite (14,00 x 22,00m) a ser ocupado, desde que fosse respeitado um espaçamento mínimo de 2,50 metros entre elas e traçou, em comum acordo com a Associação dos Empresários da ocasião, uma estratégia de regularização que passaria pela cessão de toda orla urbana da Praia do Francês à Prefeitura e esta, consequentemente, repassaria aos empresários legalmente.

DESRESPEITO
O não cumprimento da trégua proposta com a paralisação das obras em andamento em 14 barracas e a afronta de um dos empresários em total desrespeito à autoridade do Gerente do SPU, gerou a situação que evoluiu ao estagio atual.

ESPERANÇA
Jose Roberto assegurou que agora a situação está mais perto de ser resolvida, pois com a desocupação total da área é possível passá-la à Prefeitura que já está desenvolvendo um projeto de re-urbanização da área com a implantação de quiosques e equipamentos de uso comunitário, reordenando o uso da Praia do Francês.
O PROJETO
Com a implantação do novo projeto, que vem sendo desenvolvido pela equipe técnica da Prefeitura sob o comando do Arq. Modesto Cajueiro, a orla oferecerá um leque de opções com maiores oportunidades de emprego aos mais necessitados. Os restaurantes não acabarão. Eles serão deverão ocupar áreas particulares nas casas e terrenos particulares da Avenida Verdes Mares e adjacentes, re-aproveitando assim todos os funcionários que hoje se dizem “na rua das amarguras”. A população local e os turistas certamente aproveirão bem melhor aquele espaço que, a bem da verdade, é público e um dos mais bonitos do nordeste do Brasil.
RETOMADA DA DERRUBADA
Mais cinco barracas da Praia do Francês são derrubadas em função da execução dos processos de reintegração de posse movido pelo Serviço do Patrimônio da União. O processo se arrasta desde o século passado, ou mais precisamente desde o ano de 1998 quando o SPU e a Prefeitura de Marechal Deodoro, através do Ex-prefeito João Lima, tentaram regularizar a situação de irregularidade das barracas daquela Praia.

MAIS UMA VEZ A REALIDADE
Na início o Gerente do SPU – Al, José Roberto, preocupado com a ampliação desordenada de algumas barracas, definiu um limite (14,00 x 22,00m) a ser ocupado, desde que fosse respeitado um espaçamento mínimo de 2,50 metros entre elas e traçou, em comum acordo com a Associação dos Empresários da ocasião, uma estratégia de regularização que passaria pela cessão de toda orla urbana da Praia do Francês à Prefeitura e esta, consequentemente, repassaria aos empresários legalmente.

DESRESPEITO
O não cumprimento da trégua proposta com a paralisação das obras em andamento em 14 barracas e a afronta de um dos empresários em total desrespeito à autoridade do Gerente do SPU, gerou a situação que evoluiu ao estagio atual.

ESPERANÇA
Jose Roberto assegurou que agora a situação está mais perto de ser resolvida, pois com a desocupação total da área é possível passá-la à Prefeitura que já está desenvolvendo um projeto de re-urbanização da área com a implantação de quiosques e equipamentos de uso comunitário, reordenando o uso da Praia do Francês.
O PROJETO
Com a implantação do novo projeto, que vem sendo desenvolvido pela equipe técnica da Prefeitura sob o comando do Arq. Modesto Cajueiro, a orla oferecerá um leque de opções com maiores oportunidades de emprego aos mais necessitados. Os restaurantes não acabarão. Eles serão deverão ocupar áreas particulares nas casas e terrenos particulares da Avenida Verdes Mares e adjacentes, re-aproveitando assim todos os funcionários que hoje se dizem “na rua das amarguras”. A população local e os turistas certamente aproveirão bem melhor aquele espaço que, a bem da verdade, é público e um dos mais bonitos do nordeste do Brasil.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
FATOS & FUTRIKAS - Na ressaca do Carnaval
EQUIPE NAGOYA
Entre os já nomeados e os que estão sendo cogitados para os novos cargos do primeiro e segundo escalão em fase de criação na Prefeitura de Marechal somente seis deles são deodorenses, daí os futricas de plantão já estarem denominando de Equipe Nagoya que só trabalha com importados. Mesmo assim, excluindo-se o bairrismo de alguns, a futricada ainda acha que o novo prefeito tem tudo para fazer um excelente trabalho no município.
EXPECTATIVA
A grande expectativa dos deodorenses é com relação às ações do prefeito na praia do Francês. Um dos pontos mais comentados nas mais altas rodas da futricada gira em torno da reserva da praia pelos barraqueiros entre outros “empresários”. Os deodorenses e o povão em geral querem ter o direito de ir à praia levando sua própria sombrinha e colocá-la onde quiserem. A praia é para todos e não somente para a exploração do turista por parte de alguns.
ORDEM NA FEIRA
Outra expectativa gira em torno do que Cristiano Matheus irá fazer p’ra contrariar os fortes e inconfessáveis interesses dos feirantes de outros municípios (quase totalidade dos componentes da feira livre deodorense) e dos donos (locais) das esfrangalhadas e inadequadas bancas? Entra prefeito, sai prefeito e a feira? ...Vai muito bem obrigado, atabalhoando o trânsito já desordenado do Centro Histórico e, consequentemente, afastando a presença de turistas que por ventura buscam conhecer um pouco de nossa historia e deixando toneladas de lixo como relíquia. E a população deodorense é quem menos tira proveito desse atual modelo. Quanto ao trânsito ao menos uma das faixas da Avenida Sta. Mª. Madalena poderia ser liberada para os veículos, já que ninguém consegue mudar toda a feira para outro local (hoje bem mais difícil).
SURGE UM NOVO DEODORENSE
Um novo informativo surge com uma característica inusitada: ser um estranho que parece querer preservar sua identidade. O DEODORENSE apareceu sem dizer quem são seus responsáveis ou quem o escreve, onde foi feito ou pelo menos sua tiragem. Por suas características de só mostrar o lado negativo da gestão Danilo Dâmaso e enaltecer os feitos do novo prefeito já dá pra se imaginar de onde partiu... do Prefeito ou de um de seus puxas. Como se colocam como uma publicação quinzenal espera-se que no próximo número corrijam o “esquecimento”, que deve ter sido motivado pela pressa em colocá-lo na rua – justíssimo!!!
SMTT
Um dos órgão que “começou com gosto de gás”, como fala o povão, foi a SMTT. Já se sente a empolgação de seus dirigentes e a abnegação de seus agentes. O importante é que não venham tolher a atuação disciplinadora dos guardas quando os interesses conflitem com algumas autoridades e seus dependentes que costumam se achar donos da verdade. Deixem os meninos trabalharem direito que eles saberão muito bem o dever de casa e Marechal carece de muita disciplina... também no trânsito.
TRÂNSITO
Por falar em trânsito é bom que se corte um pouco as asas de alguns indisciplinados e prepotentes motoristas da Real Alagoas que insistem em trafegar em velocidade excessiva pelas ruas do Centro e usarem trechos que foram vedados ao trânsito de veículos pesados, como ao lado da Igreja Matriz. Aliás é inadmissível que os motoristas dos transportes alternativos continuem sendo tão fiscalizados pelo pessoal do DER, ARSAL e Policia de Trânsito, enquanto os ônibus da Real continuam circulando com tantas irregularidades.
MUDAR POR MUDAR
Normalmente as novas administrações tendem querer mudar tudo que encontram, até mesmo o que estava dando certo. No caso do carnaval a mudança foi para pior, segundo a maioria dos foliões que freqüentaram o “QG do Bem Amado”. O espaço é reduzido, ficando mais restrito aos foliões pelo tamanho do palco e com a instalação de camarotes na área que outrora era utilizada apenas para a folia. O resultado foi a necessidade de uma ação constante da Guarda Civil e Policia Militar (incluído os batalhões especiais).
OUTRAS MUDANÇAS
O fornecimento de alimentação para os policiais também deixou a desejar. Pelo que andam comentando o fornecimento de outros carnavais sempre foi feito por pessoas do centro da cidade e atendia perfeitamente a tropa.
ALEGRIA NAS RUAS
O ponto alto do carnaval deodorense continua sendo o desfile dos blocos carnavalescos que ampliam a cada ano e usam a prata da casa, o que Marechal tem de melhor: os seus músicos. A prefeitura poderia explorar mais essa tendência natural da cidade selecionando os blocos que realmente tenham corpo e tradição e os incentivando com a implantação de alguns concursos com prêmios para criatividade, fantasias, organização, animação, entre tantas outras categorias. Desta forma se expurgaria os inúmeros bloquetes que só querem sugar do órgão público.
O RÍTMO DA FOLIA
O frevo é o ritmo que parece estar em sintonia com a população da primeira capital do Estado de Alagoas. É o que se ouve nos blocos carnavalescos que desfilam pelas ruas da cidade. Nada de tanto aché, entre os tantos outros rítmos que rolou no QG... até forró.
Entre os já nomeados e os que estão sendo cogitados para os novos cargos do primeiro e segundo escalão em fase de criação na Prefeitura de Marechal somente seis deles são deodorenses, daí os futricas de plantão já estarem denominando de Equipe Nagoya que só trabalha com importados. Mesmo assim, excluindo-se o bairrismo de alguns, a futricada ainda acha que o novo prefeito tem tudo para fazer um excelente trabalho no município.
EXPECTATIVA
A grande expectativa dos deodorenses é com relação às ações do prefeito na praia do Francês. Um dos pontos mais comentados nas mais altas rodas da futricada gira em torno da reserva da praia pelos barraqueiros entre outros “empresários”. Os deodorenses e o povão em geral querem ter o direito de ir à praia levando sua própria sombrinha e colocá-la onde quiserem. A praia é para todos e não somente para a exploração do turista por parte de alguns.
ORDEM NA FEIRA
Outra expectativa gira em torno do que Cristiano Matheus irá fazer p’ra contrariar os fortes e inconfessáveis interesses dos feirantes de outros municípios (quase totalidade dos componentes da feira livre deodorense) e dos donos (locais) das esfrangalhadas e inadequadas bancas? Entra prefeito, sai prefeito e a feira? ...Vai muito bem obrigado, atabalhoando o trânsito já desordenado do Centro Histórico e, consequentemente, afastando a presença de turistas que por ventura buscam conhecer um pouco de nossa historia e deixando toneladas de lixo como relíquia. E a população deodorense é quem menos tira proveito desse atual modelo. Quanto ao trânsito ao menos uma das faixas da Avenida Sta. Mª. Madalena poderia ser liberada para os veículos, já que ninguém consegue mudar toda a feira para outro local (hoje bem mais difícil).
SURGE UM NOVO DEODORENSE
Um novo informativo surge com uma característica inusitada: ser um estranho que parece querer preservar sua identidade. O DEODORENSE apareceu sem dizer quem são seus responsáveis ou quem o escreve, onde foi feito ou pelo menos sua tiragem. Por suas características de só mostrar o lado negativo da gestão Danilo Dâmaso e enaltecer os feitos do novo prefeito já dá pra se imaginar de onde partiu... do Prefeito ou de um de seus puxas. Como se colocam como uma publicação quinzenal espera-se que no próximo número corrijam o “esquecimento”, que deve ter sido motivado pela pressa em colocá-lo na rua – justíssimo!!!
SMTT
Um dos órgão que “começou com gosto de gás”, como fala o povão, foi a SMTT. Já se sente a empolgação de seus dirigentes e a abnegação de seus agentes. O importante é que não venham tolher a atuação disciplinadora dos guardas quando os interesses conflitem com algumas autoridades e seus dependentes que costumam se achar donos da verdade. Deixem os meninos trabalharem direito que eles saberão muito bem o dever de casa e Marechal carece de muita disciplina... também no trânsito.
TRÂNSITO
Por falar em trânsito é bom que se corte um pouco as asas de alguns indisciplinados e prepotentes motoristas da Real Alagoas que insistem em trafegar em velocidade excessiva pelas ruas do Centro e usarem trechos que foram vedados ao trânsito de veículos pesados, como ao lado da Igreja Matriz. Aliás é inadmissível que os motoristas dos transportes alternativos continuem sendo tão fiscalizados pelo pessoal do DER, ARSAL e Policia de Trânsito, enquanto os ônibus da Real continuam circulando com tantas irregularidades.
MUDAR POR MUDAR
Normalmente as novas administrações tendem querer mudar tudo que encontram, até mesmo o que estava dando certo. No caso do carnaval a mudança foi para pior, segundo a maioria dos foliões que freqüentaram o “QG do Bem Amado”. O espaço é reduzido, ficando mais restrito aos foliões pelo tamanho do palco e com a instalação de camarotes na área que outrora era utilizada apenas para a folia. O resultado foi a necessidade de uma ação constante da Guarda Civil e Policia Militar (incluído os batalhões especiais).
OUTRAS MUDANÇAS
O fornecimento de alimentação para os policiais também deixou a desejar. Pelo que andam comentando o fornecimento de outros carnavais sempre foi feito por pessoas do centro da cidade e atendia perfeitamente a tropa.
ALEGRIA NAS RUAS
O ponto alto do carnaval deodorense continua sendo o desfile dos blocos carnavalescos que ampliam a cada ano e usam a prata da casa, o que Marechal tem de melhor: os seus músicos. A prefeitura poderia explorar mais essa tendência natural da cidade selecionando os blocos que realmente tenham corpo e tradição e os incentivando com a implantação de alguns concursos com prêmios para criatividade, fantasias, organização, animação, entre tantas outras categorias. Desta forma se expurgaria os inúmeros bloquetes que só querem sugar do órgão público.
O RÍTMO DA FOLIA
O frevo é o ritmo que parece estar em sintonia com a população da primeira capital do Estado de Alagoas. É o que se ouve nos blocos carnavalescos que desfilam pelas ruas da cidade. Nada de tanto aché, entre os tantos outros rítmos que rolou no QG... até forró.
CARNAVAL DEODORENSE ACABA NA QUARTA-FEIRA

Na quarta-feira, quando todos acham que o carnaval acabou às 7 da matina, é que o Bloco do Flamengo começa a aquecer as turbinas para o seu sétimo ano, dando continuidade ao período momesco da primeira capital de Alagoas. Não pensem que seus componentes são somente flamenguistas. São mesmo foliões de primeira linha, e com muita animação percorrem toda Marechal, de Taperaguá até a Poeira.

Estíma-se que hoje tenha saído com aproximadamente 500 componentes, o que não é de muita importância. O que realmente importa para Edglemes, seu fundador e organizador, é a qualidade de seus participantes - todos amigos, o que garante um carnaval sadio e seguro.

Lheishmaniose (Calazar )
A Lheishmaniose (Calazar ) é uma doença que atinge todos os mamíferos, inclusive os homens, sendo o cão o hospedeiro definitivo.
Em 1963 o Senado Nacional aprovou uma lei que determina a EUTANASIA de todos os cães doentes. A constatação desta “condição de doente” é feita por um exame que apresenta enorme margem de erros levando à morte milhares de cães saudáveis.
Com a evolução das pesquisas muito se apreendeu sobre a doença tornando desnecessária a atitude de “assassinar” os cães.
Na Europa existem até medicações próprias para o tratamento da Leishmaniose e a eutanásia não é praticada.
Brasil e China são um dos poucos países que continuam praticando este absurdo.
Como agravante temos o fato de ser o Brasil o país pioneiro na fabricação de vacina contra o Calazar, resultado de incansáveis pesquisas, que nos dão a certeza de não ser necessário continuar a praticar este absurdo que é a matança dos cães.
ASSIM SENDO PEÇO AOS MEUS AMIGOS QUE AJUDEM A DAR VOZ AOS CÃES, PARA QUE NÃO SEJAM MAIS RETIRADOS ESTUPIDAMENTE DE SEUS LARES PARA SEREM MORTOS SEM A MENOR NECESSIDADE.
Você já imaginou se esta situação acontecesse com você?
Existem muitos sites na internet que podem comprovar o que aqui esta dito caso ainda reste duvidas.
Participe desta luta votando em:
http://www.ipetitions.com/petition/calazar/
Wagner Guimarães Mello
Médico Veterinário
Em 1963 o Senado Nacional aprovou uma lei que determina a EUTANASIA de todos os cães doentes. A constatação desta “condição de doente” é feita por um exame que apresenta enorme margem de erros levando à morte milhares de cães saudáveis.
Com a evolução das pesquisas muito se apreendeu sobre a doença tornando desnecessária a atitude de “assassinar” os cães.
Na Europa existem até medicações próprias para o tratamento da Leishmaniose e a eutanásia não é praticada.
Brasil e China são um dos poucos países que continuam praticando este absurdo.
Como agravante temos o fato de ser o Brasil o país pioneiro na fabricação de vacina contra o Calazar, resultado de incansáveis pesquisas, que nos dão a certeza de não ser necessário continuar a praticar este absurdo que é a matança dos cães.
ASSIM SENDO PEÇO AOS MEUS AMIGOS QUE AJUDEM A DAR VOZ AOS CÃES, PARA QUE NÃO SEJAM MAIS RETIRADOS ESTUPIDAMENTE DE SEUS LARES PARA SEREM MORTOS SEM A MENOR NECESSIDADE.
Você já imaginou se esta situação acontecesse com você?
Existem muitos sites na internet que podem comprovar o que aqui esta dito caso ainda reste duvidas.
Participe desta luta votando em:
http://www.ipetitions.com/petition/calazar/
Wagner Guimarães Mello
Médico Veterinário
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
FATOS & FUTRIKAS
Relembrando as Eleições
Muitas foram as futricas que circularam nas mais altas rodas politiqueiras das esquinas, bares e botequins, antes, durante e depois das eleições. Até nos dias atuais o assunto ainda é motivo de comentário e altas discussões entre os mais abalizados analistas da terrinha. Diante do recesso deste jornaleco (parece que por pura preguiça de seus editores) só agora poderemos levar ao conhecimento de muitos esses bochichos.
Os concorrentes
Dos aproximadamente 14 pleiteantes para a mais alta cadeira do município, restaram apenas quatro – e que ainda muita gente achou que foi muito... ou muito pouco se a base de julgamento fosse a qualidade.
Quem eram eles?
JL - De início o mais querido do povão, o vaidoso e persistente João Lima não poderia deixar de ser mais uma vez candidato. Não fosse sua costumeira postura política camaleônica de propostas inconsistentes, certamente teria tido mais apoio político (pois ainda detinha o popular) e poderia concorrer com mais desenvoltura. Seu vice, homem honrado, mas com pequeno potencial para uma disputa majoritária, não teve o necessário respaldo para agregar valores à campanha.
JUNIOR - De início bem mais cotado, seria o sucessor natural da atual administração. Junior Dâmaso, jovem de pouca experiência política, mas filho de pessoas dignas e aparentando boa vontade para acertar, prometia um bom desempenho não fosse ter sido indicado por DD, o aliado que se tornou o maior cabo eleitoral de seus adversários pela história enlameada que deixou profundas marcas na vida do deodorense. Seu vice, figura carimbada da política deodorense, é muito querido, mas ainda carrega a fama de farrista o que reduz muito o seu potencial de fogo para ajudar o primo.
MATHEUS - Tido como forasteiro e demonstrando não ter conhecimento da vida e da história deodorense, contou com seu grande trunfo - a participação quase diária em programas populares de TV que o fez conhecido e admirado. Cristiano, não tendo grupo político em Deodoro, teve que fazer alianças políticas de última hora para viabilizar sua campanha. O prestígio conquistado na TV e sua decantada beleza física o fizeram o prefeito das moçoilas. Aliado a tudo isso, uma campanha organizada e aguerrida empreendendo uma postura bastante popular, superou a rejeição a seu vice e o fez prefeito.
EUCLYDES - O quarto candidato, Euclydes, mesmo não sendo deodorense, já tinha conhecimento de alguns problemas da terrinha por circular com certa freqüência em visita a sua propriedade. A experiência política, por já ter exercido cargos eletivos até em São Paulo e por ser primo do ex-presidente Collor, o credenciava também como um dos favoritos, não fosse a pecha de arrogância e desorganização atribuída à coordenação de campanha. Por outro lado menosprezou o poder de barganha de seus adversários que colocaram por terra seus planos de prestação de serviços públicos antecipados e uma vultosa verba de campanha.
O QUE ESPERAR
Do vencedor da corrida à Prefeitura, Cristiano Matheus, não se pode afirmar muita coisa. A sua inexperiência como administrador público não permite uma previsão menos arriscada do que pode vir a ser sua atuação como prefeito. Pouco se sabe de concreto da maioria de seus assessores. O que se pode avaliar pelos nomes definidos e já empossados, é a intenção de uma equipe da mais alta qualidade. Um comentário pode ser ouvido em uníssono, mesmo incluindo os mais retraídos dos munícipes: com o fim da era Dâmaso a probabilidade de um período de real progresso para o município é grande, mesmo sem decantada experiência administrativa.
DESAGREGAÇÃO
O que não pode (ou deve) acontecer é que, mesmo antes de começar, já exista discórdia na cúpula do próximo governo. A futricada dá conta de uma quebra de braços entre prefeito e vice. Mas ao final, segundo dizem ter dito Matheus, a caneta está mesmo na mão de quem pode e aí, tudo acaba em pizza.
ORDEM NA CASA
Parece que vai dar uma trabalheira danada para a nova administração de MD por ordem na casa. Os últimos dias dos Dâmasos, segundo futricam, foram para maquiar os ditos “desmandos” e os equívocos na aplicação do erário. Transição... o que é isso? Segundo dizem alguns auxiliares mais diretos do novo prefeito, a nova turma já anda pensando em contratar um vidente para descobrir o que vinha sendo feito e o que pode ser dado continuidade.
Muitas foram as futricas que circularam nas mais altas rodas politiqueiras das esquinas, bares e botequins, antes, durante e depois das eleições. Até nos dias atuais o assunto ainda é motivo de comentário e altas discussões entre os mais abalizados analistas da terrinha. Diante do recesso deste jornaleco (parece que por pura preguiça de seus editores) só agora poderemos levar ao conhecimento de muitos esses bochichos.
Os concorrentes
Dos aproximadamente 14 pleiteantes para a mais alta cadeira do município, restaram apenas quatro – e que ainda muita gente achou que foi muito... ou muito pouco se a base de julgamento fosse a qualidade.
Quem eram eles?
JL - De início o mais querido do povão, o vaidoso e persistente João Lima não poderia deixar de ser mais uma vez candidato. Não fosse sua costumeira postura política camaleônica de propostas inconsistentes, certamente teria tido mais apoio político (pois ainda detinha o popular) e poderia concorrer com mais desenvoltura. Seu vice, homem honrado, mas com pequeno potencial para uma disputa majoritária, não teve o necessário respaldo para agregar valores à campanha.
JUNIOR - De início bem mais cotado, seria o sucessor natural da atual administração. Junior Dâmaso, jovem de pouca experiência política, mas filho de pessoas dignas e aparentando boa vontade para acertar, prometia um bom desempenho não fosse ter sido indicado por DD, o aliado que se tornou o maior cabo eleitoral de seus adversários pela história enlameada que deixou profundas marcas na vida do deodorense. Seu vice, figura carimbada da política deodorense, é muito querido, mas ainda carrega a fama de farrista o que reduz muito o seu potencial de fogo para ajudar o primo.
MATHEUS - Tido como forasteiro e demonstrando não ter conhecimento da vida e da história deodorense, contou com seu grande trunfo - a participação quase diária em programas populares de TV que o fez conhecido e admirado. Cristiano, não tendo grupo político em Deodoro, teve que fazer alianças políticas de última hora para viabilizar sua campanha. O prestígio conquistado na TV e sua decantada beleza física o fizeram o prefeito das moçoilas. Aliado a tudo isso, uma campanha organizada e aguerrida empreendendo uma postura bastante popular, superou a rejeição a seu vice e o fez prefeito.
EUCLYDES - O quarto candidato, Euclydes, mesmo não sendo deodorense, já tinha conhecimento de alguns problemas da terrinha por circular com certa freqüência em visita a sua propriedade. A experiência política, por já ter exercido cargos eletivos até em São Paulo e por ser primo do ex-presidente Collor, o credenciava também como um dos favoritos, não fosse a pecha de arrogância e desorganização atribuída à coordenação de campanha. Por outro lado menosprezou o poder de barganha de seus adversários que colocaram por terra seus planos de prestação de serviços públicos antecipados e uma vultosa verba de campanha.
O QUE ESPERAR
Do vencedor da corrida à Prefeitura, Cristiano Matheus, não se pode afirmar muita coisa. A sua inexperiência como administrador público não permite uma previsão menos arriscada do que pode vir a ser sua atuação como prefeito. Pouco se sabe de concreto da maioria de seus assessores. O que se pode avaliar pelos nomes definidos e já empossados, é a intenção de uma equipe da mais alta qualidade. Um comentário pode ser ouvido em uníssono, mesmo incluindo os mais retraídos dos munícipes: com o fim da era Dâmaso a probabilidade de um período de real progresso para o município é grande, mesmo sem decantada experiência administrativa.
DESAGREGAÇÃO
O que não pode (ou deve) acontecer é que, mesmo antes de começar, já exista discórdia na cúpula do próximo governo. A futricada dá conta de uma quebra de braços entre prefeito e vice. Mas ao final, segundo dizem ter dito Matheus, a caneta está mesmo na mão de quem pode e aí, tudo acaba em pizza.
ORDEM NA CASA
Parece que vai dar uma trabalheira danada para a nova administração de MD por ordem na casa. Os últimos dias dos Dâmasos, segundo futricam, foram para maquiar os ditos “desmandos” e os equívocos na aplicação do erário. Transição... o que é isso? Segundo dizem alguns auxiliares mais diretos do novo prefeito, a nova turma já anda pensando em contratar um vidente para descobrir o que vinha sendo feito e o que pode ser dado continuidade.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
SOMOS OS PALHAÇOS
Paulo Alencar
Um palhaço tem o poder de divertir todas as pessoas, independente de idade ou sexo. E rir de um bom número circense pode ser terapêutico ajudando na superação de depressões, angústias, tristezas agudas ou crônicas. Conta-se que um médico de uma pequena cidade costumava indicar aos seus pacientes, com sintomas desta ordem, um bom espetáculo com palhaços com o qual obtinha excelentes resultados. Um dia, porém, um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou este doutor e, diante de sua costumeira indicação proferiu: “de nada adiantará, doutor, pois este é o meu problema... eu sou o palhaço!”.
Este fato me fez refletir sobre minhas atividades nos últimos tempos, junto a alguns companheiros de Marechal Deodoro. Vimos procurando dedicar uma parcela de nossas vidas para construir um novo conceito social, uma nova consciência política em meio aos conterrâneos deodorenses, como indicação para minorar os efeitos maléficos da corrupção. Há anos que nos empenhamos em disseminar entre os eleitores deodorenses uma visão mais ética e coerente para os procedimentos dos homens públicos. Nada mais digno e gratificante. Entretanto, de minha parte, tenho sentido um profundo vazio, uma verdadeira depressão, pois não tenho vislumbrado resultados positivos com relação a essas atividades. Acredito que não estou só nesse sentimento, porque é evidente que, mesmo depois de toda nossa luta, percebemos o povo se acostumando às iniqüidades, à devassidão, à verdadeira putrefação que impera no meio político. Percebemos que nossos irmãos não estão somente se acostumado, como também assimilado todo o enlameado processo político eletivo vigente, justo o principal alvo de nossa luta. A única coisa que parece importar é o quanto cada um vai lucrar, não tendo o menor significado quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo. O que mais nos deixa numa profunda tristeza é ainda testemunharmos alguns se regozijarem de atos desonestos que se espraiam englobando outras atividades corriqueiras.
Essa realidade é que nos faz assemelhados à história do palhaço. Nós, que buscávamos incutir alguns conceitos morais e éticos como forma de superação dos males que assolam essa população, que ainda se ilude com as migalhas da corrupção, passamos a ser considerados otários, idiotas ou frustrados por não termos atingido alguma ambição política. É uma total inversão dos valores.
E, como o palhaço, que por se sentir incompetente por não atingir seu objetivo de minorar os efeitos dos males da depressão de seus conterrâneos entrou em depressão e buscou ajuda no médico que o indicava como a solução para remediá-los, procuramos também ajuda. Mas, onde poderemos encontrar este médico?
Um palhaço tem o poder de divertir todas as pessoas, independente de idade ou sexo. E rir de um bom número circense pode ser terapêutico ajudando na superação de depressões, angústias, tristezas agudas ou crônicas. Conta-se que um médico de uma pequena cidade costumava indicar aos seus pacientes, com sintomas desta ordem, um bom espetáculo com palhaços com o qual obtinha excelentes resultados. Um dia, porém, um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou este doutor e, diante de sua costumeira indicação proferiu: “de nada adiantará, doutor, pois este é o meu problema... eu sou o palhaço!”.
Este fato me fez refletir sobre minhas atividades nos últimos tempos, junto a alguns companheiros de Marechal Deodoro. Vimos procurando dedicar uma parcela de nossas vidas para construir um novo conceito social, uma nova consciência política em meio aos conterrâneos deodorenses, como indicação para minorar os efeitos maléficos da corrupção. Há anos que nos empenhamos em disseminar entre os eleitores deodorenses uma visão mais ética e coerente para os procedimentos dos homens públicos. Nada mais digno e gratificante. Entretanto, de minha parte, tenho sentido um profundo vazio, uma verdadeira depressão, pois não tenho vislumbrado resultados positivos com relação a essas atividades. Acredito que não estou só nesse sentimento, porque é evidente que, mesmo depois de toda nossa luta, percebemos o povo se acostumando às iniqüidades, à devassidão, à verdadeira putrefação que impera no meio político. Percebemos que nossos irmãos não estão somente se acostumado, como também assimilado todo o enlameado processo político eletivo vigente, justo o principal alvo de nossa luta. A única coisa que parece importar é o quanto cada um vai lucrar, não tendo o menor significado quem vai pagar essa conta e nem se alguém vai ser lesado nesse processo. O que mais nos deixa numa profunda tristeza é ainda testemunharmos alguns se regozijarem de atos desonestos que se espraiam englobando outras atividades corriqueiras.
Essa realidade é que nos faz assemelhados à história do palhaço. Nós, que buscávamos incutir alguns conceitos morais e éticos como forma de superação dos males que assolam essa população, que ainda se ilude com as migalhas da corrupção, passamos a ser considerados otários, idiotas ou frustrados por não termos atingido alguma ambição política. É uma total inversão dos valores.
E, como o palhaço, que por se sentir incompetente por não atingir seu objetivo de minorar os efeitos dos males da depressão de seus conterrâneos entrou em depressão e buscou ajuda no médico que o indicava como a solução para remediá-los, procuramos também ajuda. Mas, onde poderemos encontrar este médico?
domingo, 11 de janeiro de 2009
A NOVA ERA DE DEODORO

A POSSE
Muita gente se fez presente na posse do novo prefeito de Marechal Deodoro. O Espaço Cultural foi irrisório para caber o grande número de convidados de Cristiano Matheus e Dr. Fifi. Marcada para as 16 horas, a cerimônia só teve início às 17:30 quando os últimos novos vereadores chegaram.
Muita gente se fez presente na posse do novo prefeito de Marechal Deodoro. O Espaço Cultural foi irrisório para caber o grande número de convidados de Cristiano Matheus e Dr. Fifi. Marcada para as 16 horas, a cerimônia só teve início às 17:30 quando os últimos novos vereadores chegaram.
A COMPOSIÇÃO DA MESA
Sob a direção do vereador Neilson Costa, a mesa foi composta por Valter Cabeção (também vereador recém eleito) no papel de secretário, Padre Miguel, pároco do município, pelo Deputado Estadual Jéferson Morais, Desembargador Washington Luiz, Milena Freitas, prefeita de Piranhas e noiva de Matheus, e pelo Juiz Léo Denisson.
AS FALAS
Todos os oradores elogiaram e desejaram sucesso ao prefeito eleito. O Dr. Léo Denisson delineou ainda a postura que deve ser adotada pelo homem público em colocar os interesses da comunidade acima de tudo, relembrando que o mandato do prefeito e dos vereadores pertence ao povo. Por sua vez, o Des. Washington Luiz afirmou que, passada a campanha, deve ser desarmado o palanque e ser cultivada a união em prol do progresso do município. Adiantou ainda que Cristiano não irá administrar para ele e sim para o povo. O Dep.Jeferson Morais profetizou que o povo não irá se arrepender de ter eleito Cristiano, pois sabe de seus propósitos por conhecê-lo de perto.
OS ELEITOS
Enquanto Fifi afirmou que o povo suplicava por mudanças e que o desafio era administrar para o progresso e não um balcão de negócios, Cristiano Matheus lembrou que não era filho natural de MD, mas se considerava um filho adotivo, pelo carinho e apoio que recebeu dos deodorenses durante a campanha.
A NOVA DIRETORIA
Já demonstrando o poder de fogo do novo prefeito, a mesa diretora da Câmara de Vereadores afinal foi composta por seus candidatos, ficando como presidente o Vereador Neilson Costa e Valter Cabeção no cargo de primeiro secretário. O resultado da eleição da mesa diretora da Câmara contrariou os interesses do político veterano em MD, Dr. Fifi (vice de Matheus), que apostava na eleição de sua candidata Doxinha. A nova mesa teve a maioria absoluta dos votos dos seguidores do prefeito. O resultado foi desenhado depois de ter sido travada uma verdadeira batalha nos bastidores, incluindo ameaças de cassação de um vereador que contrariou os interesses e as diretrizes partidárias.
TOTAL RENOVAÇÃO
Foi quase unânime a renovação da Câmara deodorense. Apenas uma vereadora, Doxinha, foi reeleita. Um outro, Valter Cabeção, já havia sido vereador, mas estava sem mandato. Os sete restantes são marinheiros de primeira viagem e com pouca bagagem política. Para muitos deodorenses este fato é prenúncio de uma Câmara de “catengas”. Mesmo assim especulando, esperam que isto não venha acontecer e que os edis cumpram com fidelidade o seu papel de representantes do povo e de reais e eficientes fiscais do prefeito.
O EXECUTIVO
A prefeitura parece vai ser mesmo administrada por “forasteiros”, fato que já vinha ocorrendo desde a gestão anterior. Apesar das críticas de grande parte da população por este fato, a grande maioria dos assessores diretos do prefeito tem histórico de competência e idoneidade, o que pode ser um sinalizador de boa administração. Um maestro, por mais brilhante que seja, só terá êxito se os músicos de sua orquestra forem capacitados para seus instrumentos.
EXCESSO DE PROCURADORES
Outro comentário já toma conta da cidade tomando um tom de chacota – o excesso de procuradores nomeados: onze (11) ao todo. “É muita gente procurando!... resta saber se realmente irão encontrar alguns desmando que porventura venha acontecer na nova administração pública”.
O PRIMEIRO ESCALÃO
A começar pelo Chefe de Gabinete, foi nomeado Rogério de Gusmão; na Séc. de Planejamento e Desenvolvimento Urbano continua o Arquiteto Modesto Cajueiro; Marcelo Santos fica na Séc. de Infra-estrutura; a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Tecnologia ficará sob o comando de Carlos Moura Leal; Marçal Fortes fica na Séc. de Administração e interinamente na Assistência Social; Carlos Carvalho Rodas (Caca) estará a frente das Finanças do município; Álvaro Otávio Vieira Machado responderá pela Educação; Dr. Fifi pela Saúde e seu filho André Barros da Silva pelo Esporte. Estão sendo esperados ainda Douglas Apratto para a Cultura, Patrícia Sampaio para o Turismo Sergio Hercílio Tenório para a Agricultura, Zeila Fortes para a Assistência Social.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
FATOS & FUTRIKAS -
Relembrando as Eleições
Muitas foram as futricas que circularam nas mais altas rodas politiqueiras das esquinas, bares e botequins, antes, durante e depois das eleições. Até nos dias atuais o assunto ainda é motivo de comentário e altas discussões entre os mais abalizados analistas da terrinha. Diante do recesso deste jornaleco (parece que por pura preguiça de seus editores) só agora poderemos levar ao conhecimento de muitos esses bochichos.
Os concorrentes
Dos aproximadamente 14 pleiteantes para a mais alta cadeira do município, restaram apenas quatro – e que ainda muita gente achou que foi muito... ou muito pouco se a base de julgamento fosse a qualidade.
Quem eram eles?
JL - De início o mais querido do povão, o vaidoso e persistente João Lima não poderia deixar de ser mais uma vez candidato. Não fosse sua costumeira postura política camaleônica de propostas inconsistentes, certamente teria tido mais apoio político (pois ainda detinha o popular) e poderia concorrer com mais desenvoltura. Seu vice, homem honrado, mas com pequeno potencial para uma disputa majoritária, não teve o necessário respaldo para agregar valores à campanha.
JUNIOR - De início bem mais cotado, seria o sucessor natural da atual administração. Junior Dâmaso, jovem de pouca experiência política, mas filho de pessoas dignas e aparentando boa vontade para acertar, prometia um bom desempenho não fosse ter sido indicado por DD, o aliado que se tornou o maior cabo eleitoral de seus adversários pela história enlameada que deixou profundas marcas na vida do deodorense. Seu vice, figura carimbada da política deodorense, é muito querido, mas ainda carrega a fama de farrista reduzindo muito o seu potencial de fogo para ajudar o primo.
MATHEUS - Tido como forasteiro e demonstrando não ter conhecimento da vida e da história deodorense, contou com seu grande trunfo - a participação quase diária em programas populares de TV que o fez conhecido e admirado. Cristiano, não tendo grupo político em Deodoro, teve que fazer alianças políticas de última hora para viabilizar sua campanha. O prestígio conquistado na TV e sua decantada beleza física o fizeram o prefeito das moçoilas. Aliado a tudo isso, uma campanha organizada e aguerrida empreendendo uma postura bastante popular, superou a rejeição a seu vice e o fez prefeito.
EUCLYDES - O quarto candidato, Euclydes, mesmo não sendo deodorense, já tinha conhecimento de alguns problemas da terrinha por circular com certa freqüência em visita a sua propriedade. A experiência política, por já ter exercido cargos eletivos até em São Paulo e por ser primo do ex-presidente Collor, o credenciava também como um dos favoritos, não fosse a pecha de arrogância e desorganização atribuída à coordenação de campanha. Por outro lado menosprezou o poder de barganha de seus adversários que colocaram por terra seus planos de prestação de serviços públicos antecipados e uma vultosa verba de campanha.
O QUE ESPERAR
Do vencedor da corrida a Prefeitura, Cristiano Matheus, não se pode afirmar muita coisa. A sua inexperiência como administrador público não permite uma previsão do que pode vir a ser sua atuação como prefeito. Pouco se sabe de concreto de seus assessores, pois mesmo dos que se comentam terem sido convidados não há confirmação de aceitação. O que se pode avalizar é que pelos nomes comentados demonstra uma intenção de que a equipe seja da mais alta qualidade. Um comentário pode ser ouvido em uníssono, mesmo incluindo os mais retraídos dos munícipes: com o fim da era Dâmaso a probabilidade de um período de real progresso para o município é grande, mesmo sem experiência administrativa.
DESAGREGAÇÃO
O que não pode (ou deve) acontecer é que, mesmo antes de começar, já exista discórdia na cúpula do próximo governo. A futricada já anda futricando sobre uma quebra de braços entre prefeito e vice. Mas ao final, segundo dizem ter dito Matheus, a caneta está mesmo na mão de quem pode e aí, tudo acaba em pizza.
ORDEM NA CASA
Parece que vai dar uma trabalheira danada para a nova administração de MD por ordem na casa. Os últimos dias dos Dâmasos, segundo a futricada, foram para maquiar os ditos “desmandos” e os "equívocos" na aplicação do erário. Transição... o que é isso? Segundo dizem alguns auxiliares mais diretos do novo prefeito, já andam pensando em contratar um vidente para descobrir o que vinha sendo feito e o que pode ser dado continuidade.
Muitas foram as futricas que circularam nas mais altas rodas politiqueiras das esquinas, bares e botequins, antes, durante e depois das eleições. Até nos dias atuais o assunto ainda é motivo de comentário e altas discussões entre os mais abalizados analistas da terrinha. Diante do recesso deste jornaleco (parece que por pura preguiça de seus editores) só agora poderemos levar ao conhecimento de muitos esses bochichos.
Os concorrentes
Dos aproximadamente 14 pleiteantes para a mais alta cadeira do município, restaram apenas quatro – e que ainda muita gente achou que foi muito... ou muito pouco se a base de julgamento fosse a qualidade.
Quem eram eles?
JL - De início o mais querido do povão, o vaidoso e persistente João Lima não poderia deixar de ser mais uma vez candidato. Não fosse sua costumeira postura política camaleônica de propostas inconsistentes, certamente teria tido mais apoio político (pois ainda detinha o popular) e poderia concorrer com mais desenvoltura. Seu vice, homem honrado, mas com pequeno potencial para uma disputa majoritária, não teve o necessário respaldo para agregar valores à campanha.
JUNIOR - De início bem mais cotado, seria o sucessor natural da atual administração. Junior Dâmaso, jovem de pouca experiência política, mas filho de pessoas dignas e aparentando boa vontade para acertar, prometia um bom desempenho não fosse ter sido indicado por DD, o aliado que se tornou o maior cabo eleitoral de seus adversários pela história enlameada que deixou profundas marcas na vida do deodorense. Seu vice, figura carimbada da política deodorense, é muito querido, mas ainda carrega a fama de farrista reduzindo muito o seu potencial de fogo para ajudar o primo.
MATHEUS - Tido como forasteiro e demonstrando não ter conhecimento da vida e da história deodorense, contou com seu grande trunfo - a participação quase diária em programas populares de TV que o fez conhecido e admirado. Cristiano, não tendo grupo político em Deodoro, teve que fazer alianças políticas de última hora para viabilizar sua campanha. O prestígio conquistado na TV e sua decantada beleza física o fizeram o prefeito das moçoilas. Aliado a tudo isso, uma campanha organizada e aguerrida empreendendo uma postura bastante popular, superou a rejeição a seu vice e o fez prefeito.
EUCLYDES - O quarto candidato, Euclydes, mesmo não sendo deodorense, já tinha conhecimento de alguns problemas da terrinha por circular com certa freqüência em visita a sua propriedade. A experiência política, por já ter exercido cargos eletivos até em São Paulo e por ser primo do ex-presidente Collor, o credenciava também como um dos favoritos, não fosse a pecha de arrogância e desorganização atribuída à coordenação de campanha. Por outro lado menosprezou o poder de barganha de seus adversários que colocaram por terra seus planos de prestação de serviços públicos antecipados e uma vultosa verba de campanha.
O QUE ESPERAR
Do vencedor da corrida a Prefeitura, Cristiano Matheus, não se pode afirmar muita coisa. A sua inexperiência como administrador público não permite uma previsão do que pode vir a ser sua atuação como prefeito. Pouco se sabe de concreto de seus assessores, pois mesmo dos que se comentam terem sido convidados não há confirmação de aceitação. O que se pode avalizar é que pelos nomes comentados demonstra uma intenção de que a equipe seja da mais alta qualidade. Um comentário pode ser ouvido em uníssono, mesmo incluindo os mais retraídos dos munícipes: com o fim da era Dâmaso a probabilidade de um período de real progresso para o município é grande, mesmo sem experiência administrativa.
DESAGREGAÇÃO
O que não pode (ou deve) acontecer é que, mesmo antes de começar, já exista discórdia na cúpula do próximo governo. A futricada já anda futricando sobre uma quebra de braços entre prefeito e vice. Mas ao final, segundo dizem ter dito Matheus, a caneta está mesmo na mão de quem pode e aí, tudo acaba em pizza.
ORDEM NA CASA
Parece que vai dar uma trabalheira danada para a nova administração de MD por ordem na casa. Os últimos dias dos Dâmasos, segundo a futricada, foram para maquiar os ditos “desmandos” e os "equívocos" na aplicação do erário. Transição... o que é isso? Segundo dizem alguns auxiliares mais diretos do novo prefeito, já andam pensando em contratar um vidente para descobrir o que vinha sendo feito e o que pode ser dado continuidade.
RESSACA
Por Paulo Alencar
Estou passando momentos acometido de uma terrível sensação que me deixa prostrado. Um estado de desânimo que me induz a não querer sequer sair da casca do ovo. Algo bem pior que o dia seguinte a uma avantajada carraspana. Algo que aflora em mim com um misto de decepção, desilusão, desencantamento e até certo ponto raiva. Já fiz de tudo para melhorar. Tentei incluir na minha rotina outras atividades. Pensei até adotar um rumo diferente para minha vida. Mas essa sensação que mais se assemelha a uma ressaca das brabas insiste em não me abandonar.
Para e eliminar um efeito nada melhor que atacar a causa, dizem. Daí eu passar a buscar o motivo que me conduziu a essa situação? E, depois de muito investigar a origem de tudo cheguei a uma simples conclusão: eu acreditei em Papai Noel. Fui mais além, acreditei também no Saci Pererê, no Curumim, Boto Cor de Rosa... É frustrante, mas acreditei com atroz intensidade que teríamos um processo eleitoral limpo, ou pelo menos com um baixo índice de corrupção. Acreditei mais uma vez na veracidade ou eficácia das mensagens embutidas numa exaustiva e dispendiosa propaganda patrocinada pela nossa justiça eleitoral. Caí no conto daquele alarmante pacote de medidas para reprimir as fraudes eleitorais, principalmente as tão propaladas compras de votos. Daí me sentir até agora tonto, doído, nauseado, numa reação a qual poderia intitular de ressaca eleitoral.
Nunca vi em minha vida política - seja como mero eleitor, candidato, ou simplesmente envolvido em alguma campanha de candidatos que me despertassem algum sentimento de confiabilidade, seriedade ou capacidade para a vida pública - um processo eleitoral onde o dinheiro falasse tão alto. Ameaçaram-se punições de toda sorte aos corruptores e corruptíveis. O que mais se ouvia era sobre a eficiente e séria presença da Polícia Federal. Falaram-se inclusive que haveria prisões de políticos e, pasmem, de eleitores. E o que se viu? É dispensável citar.
Todos tiveram conhecimento dos fatos e dos procedimentos onde a frase mais entoada foi - “eu ajudo a quem me ajudar”. Para ser mais claro – “vendo o meu voto”. E aqueles que dispuseram do farto meio para suprir a dolosa ganância dos eleitores, salvo raras exceções, se deram bem. Em outras palavras: os desprezíveis valores políticos continuaram, e até se proliferaram, baseados nas mais inconfessáveis artimanhas, para não se denominar, roubalheira. Políticos e eleitores, quase todos em uníssono e embalados pelas mesmas ondas da corrupção auspiciadas pelas vendas da justiça.
E para quem acreditou que algo poderia ter mudado para melhor não seria mais que justificável uma ressaca como esta?
Estou passando momentos acometido de uma terrível sensação que me deixa prostrado. Um estado de desânimo que me induz a não querer sequer sair da casca do ovo. Algo bem pior que o dia seguinte a uma avantajada carraspana. Algo que aflora em mim com um misto de decepção, desilusão, desencantamento e até certo ponto raiva. Já fiz de tudo para melhorar. Tentei incluir na minha rotina outras atividades. Pensei até adotar um rumo diferente para minha vida. Mas essa sensação que mais se assemelha a uma ressaca das brabas insiste em não me abandonar.
Para e eliminar um efeito nada melhor que atacar a causa, dizem. Daí eu passar a buscar o motivo que me conduziu a essa situação? E, depois de muito investigar a origem de tudo cheguei a uma simples conclusão: eu acreditei em Papai Noel. Fui mais além, acreditei também no Saci Pererê, no Curumim, Boto Cor de Rosa... É frustrante, mas acreditei com atroz intensidade que teríamos um processo eleitoral limpo, ou pelo menos com um baixo índice de corrupção. Acreditei mais uma vez na veracidade ou eficácia das mensagens embutidas numa exaustiva e dispendiosa propaganda patrocinada pela nossa justiça eleitoral. Caí no conto daquele alarmante pacote de medidas para reprimir as fraudes eleitorais, principalmente as tão propaladas compras de votos. Daí me sentir até agora tonto, doído, nauseado, numa reação a qual poderia intitular de ressaca eleitoral.
Nunca vi em minha vida política - seja como mero eleitor, candidato, ou simplesmente envolvido em alguma campanha de candidatos que me despertassem algum sentimento de confiabilidade, seriedade ou capacidade para a vida pública - um processo eleitoral onde o dinheiro falasse tão alto. Ameaçaram-se punições de toda sorte aos corruptores e corruptíveis. O que mais se ouvia era sobre a eficiente e séria presença da Polícia Federal. Falaram-se inclusive que haveria prisões de políticos e, pasmem, de eleitores. E o que se viu? É dispensável citar.
Todos tiveram conhecimento dos fatos e dos procedimentos onde a frase mais entoada foi - “eu ajudo a quem me ajudar”. Para ser mais claro – “vendo o meu voto”. E aqueles que dispuseram do farto meio para suprir a dolosa ganância dos eleitores, salvo raras exceções, se deram bem. Em outras palavras: os desprezíveis valores políticos continuaram, e até se proliferaram, baseados nas mais inconfessáveis artimanhas, para não se denominar, roubalheira. Políticos e eleitores, quase todos em uníssono e embalados pelas mesmas ondas da corrupção auspiciadas pelas vendas da justiça.
E para quem acreditou que algo poderia ter mudado para melhor não seria mais que justificável uma ressaca como esta?
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
VISÃO FEMININA
Final de Ano, o que seria de nós se o calendário não tivesse fim? Melhor dizendo se NÃO HOUVESSE CALENDÁRIO... dia após dia... O que aconteceria com a ESPERANÇA e os SONHOS? Não felicitaríamos os parentes e amigos com votos de SAÚDE, PAZ e PROSPERIDADE! Pois é, o homem necessita dessa parada, respirar fundo, fazer uma retrospectiva, avaliar seus erros e acertos para novos rumos ou não. E por que não dizer aproveitar o FERIADÃO? Prometer um monte de coisas que até podemos cumprir por um ou dois meses ( rsrsrsrssrs ) ou levar a sério mesmo:
CUECAS: Parar com as BREJAS e entrar para uma academia, mudar a forma... de barril para sei lá o que... um super músculo, talvez! Vai que ele gosta e ATROFIE o resto! Ou correr... como eles gostam de CORRER aff... na beira da praia, dentro do condomínio ou até na beira de um LINDO LAGO! Dão aquelas paradas estratégicas aproveitando para ver BUNDAS indo e BUNDAS vindo, mas o que ele está mesmo é RESFOLEGANTE! E depois para saciar a sede “ UMA ESTUPIDADENTE GELADA “, afinal ninguém é de ferro, né?
CALCINHAS: Parar com os CHOCOLATES, lanchinhos fora de hora, tomar MUUUUUUITA água e nenhum REFRI, massas nem pensar! Muita saladinha... pegar aquele velho tênis empoeirado e sair desfilando com o pisante no calçadão, no condomínio ou no lago! Levando o celular a tiracolo para ver se ELE vai ligar... Pois é... não ligou... e isso que ela deu várias paradas estratégicas, verificou se estava só no vibra... ah NÃO ESTAVAAAA! Buáaaaaaaaaaaaaaaaaaa, antes mesmo de chegar em casa passa na 1ª loja de conveniência pega duas caixas de chocolate, uma diet e outra engordait, fica na dúvida e opta pela segunda mesmo, afinal o diet não lhe parece tão apetitoso assim! AH... Academia? Só se o personal for muito GATOSO, mas tão sem forma como está tststststs ele nem vai notar.... Buáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Brincadeiras à parte... Seja lá qual for o seu objetivo Persiga-o, Acredite e FAÇA ACONTECER!!! Um amor SINCERO; um TRABALHO mais produtivo, dar um abraço sem rancores naquela pessoa que você brigou e sentes falta; PAZ, se conseguires a SUA INTERIOR, ela refletir-se-á em todos de sua convivência! Desejo a TODOS MUITA ENERGIA em 2009. Uns Chocolatinhos? Na virada POOOODIIII. BREJINHAS? Na virada também POOODIII, mas lembre-se: SE BEBER PASSE A CHAVE!!!
UM ABRAÇO FRATERNO
Neila Ciglioni
CUECAS: Parar com as BREJAS e entrar para uma academia, mudar a forma... de barril para sei lá o que... um super músculo, talvez! Vai que ele gosta e ATROFIE o resto! Ou correr... como eles gostam de CORRER aff... na beira da praia, dentro do condomínio ou até na beira de um LINDO LAGO! Dão aquelas paradas estratégicas aproveitando para ver BUNDAS indo e BUNDAS vindo, mas o que ele está mesmo é RESFOLEGANTE! E depois para saciar a sede “ UMA ESTUPIDADENTE GELADA “, afinal ninguém é de ferro, né?
CALCINHAS: Parar com os CHOCOLATES, lanchinhos fora de hora, tomar MUUUUUUITA água e nenhum REFRI, massas nem pensar! Muita saladinha... pegar aquele velho tênis empoeirado e sair desfilando com o pisante no calçadão, no condomínio ou no lago! Levando o celular a tiracolo para ver se ELE vai ligar... Pois é... não ligou... e isso que ela deu várias paradas estratégicas, verificou se estava só no vibra... ah NÃO ESTAVAAAA! Buáaaaaaaaaaaaaaaaaaa, antes mesmo de chegar em casa passa na 1ª loja de conveniência pega duas caixas de chocolate, uma diet e outra engordait, fica na dúvida e opta pela segunda mesmo, afinal o diet não lhe parece tão apetitoso assim! AH... Academia? Só se o personal for muito GATOSO, mas tão sem forma como está tststststs ele nem vai notar.... Buáaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Brincadeiras à parte... Seja lá qual for o seu objetivo Persiga-o, Acredite e FAÇA ACONTECER!!! Um amor SINCERO; um TRABALHO mais produtivo, dar um abraço sem rancores naquela pessoa que você brigou e sentes falta; PAZ, se conseguires a SUA INTERIOR, ela refletir-se-á em todos de sua convivência! Desejo a TODOS MUITA ENERGIA em 2009. Uns Chocolatinhos? Na virada POOOODIIII. BREJINHAS? Na virada também POOODIII, mas lembre-se: SE BEBER PASSE A CHAVE!!!
UM ABRAÇO FRATERNO
Neila Ciglioni
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
DI POLÍTIKOS E DI POLÍTIKA
E que FÉEEEERIAS hein CHEFINHO ( PAULO )? Enfim, todos nós merecemos descanso não é mesmo? Ele nos proporciona sem dúvida alguma uma RENOVAÇÃO. E por falar em renovação:
SOBERANIA
A soberania das URNAS apontou uma RENOVAÇÃO! Será que o FEUDALISMO de nossa querida MARECHAL DEODORO está com os dias contados? Esperamos que sim, o tempo dirá...
MEUS CUMPRIMENTOS
Ao Prefeito ELEITO. Ouvi por uma rádio seu agradecimento e suas propostas para Marechal como UM TODO. A implatação de uma indústria no Pólo etc e etc... Sem desmerecer o restante da população, espero que a mão de obra seja a de DEODORENCES. Este povo sofrido MERECE! V. Exª. Bem o disse: “... COM A SENSIBILIDADE DE JORNALISTA, QUE FUI DURANTE TANTO TEMPO, PERCEBO O SOFRIMENTO DE NOSSO POVO...”
BONS VENTOS
O Judiciário FINALMENTE, punindo a “DANÇA DAS CADEIRAS” fazendo valer a FIDELIDADE PARTIDÁRIA! Os OPORTUNISTAS DE PLANTÃO que se cuidem... E os partidos que sejam mais criteriosos e deixem de PEGAR nomes sem IDENTIDADE IDEOLÓGICA.
ENTÃO...
É NATAAAAAAAAAAAAAAAAAAL!!! QUE A DATA DE NASCIMENTO DO “MESTRE” TRAGA MOMENTOS DE REFLEXÃO, PAZ INTERIOR E UNIÃO POR UM BEM MAIOR: O AMOR ENTRE OS HOMENS!
PS: Com muita rabanada ( parida aqui no Nordeste ), Vinho ( se for beber me chame, mas se fores dirigir depois, ME ESQUEÇA rsrsrsrsrs ) Afinal BEBIDA e direção NÃO COMBINAM, seja responsável. FELIZ NATAAAAAL!!!
HOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHO
Neila Ciglioni
SOBERANIA
A soberania das URNAS apontou uma RENOVAÇÃO! Será que o FEUDALISMO de nossa querida MARECHAL DEODORO está com os dias contados? Esperamos que sim, o tempo dirá...
MEUS CUMPRIMENTOS
Ao Prefeito ELEITO. Ouvi por uma rádio seu agradecimento e suas propostas para Marechal como UM TODO. A implatação de uma indústria no Pólo etc e etc... Sem desmerecer o restante da população, espero que a mão de obra seja a de DEODORENCES. Este povo sofrido MERECE! V. Exª. Bem o disse: “... COM A SENSIBILIDADE DE JORNALISTA, QUE FUI DURANTE TANTO TEMPO, PERCEBO O SOFRIMENTO DE NOSSO POVO...”
BONS VENTOS
O Judiciário FINALMENTE, punindo a “DANÇA DAS CADEIRAS” fazendo valer a FIDELIDADE PARTIDÁRIA! Os OPORTUNISTAS DE PLANTÃO que se cuidem... E os partidos que sejam mais criteriosos e deixem de PEGAR nomes sem IDENTIDADE IDEOLÓGICA.
ENTÃO...
É NATAAAAAAAAAAAAAAAAAAL!!! QUE A DATA DE NASCIMENTO DO “MESTRE” TRAGA MOMENTOS DE REFLEXÃO, PAZ INTERIOR E UNIÃO POR UM BEM MAIOR: O AMOR ENTRE OS HOMENS!
PS: Com muita rabanada ( parida aqui no Nordeste ), Vinho ( se for beber me chame, mas se fores dirigir depois, ME ESQUEÇA rsrsrsrsrs ) Afinal BEBIDA e direção NÃO COMBINAM, seja responsável. FELIZ NATAAAAAL!!!
HOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHO
Neila Ciglioni
sábado, 20 de dezembro de 2008
TAMO VORTANDO!!!
DEPOIS DE UM MERECIDO PERÍODO DE FÉRIAS... SEM CURTIR MUITO, É CERTO, MAS REPENSANDO UM NOVO RUMO EM NOSSA VIDA... ESTAMOS NOS PREPARANDO PARA RETORNAR ÀS NOSSAS ATIVIDADES DE ESCREVINHADOR NO DEVANEIOS E NO ATUALIDADES.
Quero na oportunidade anunciar o retorno dos espaços de fatos e futricas sobre a vida, prinicipalmente dos deodorenses ou simplesmente apaixonados pela terrinha (o DEVANEIOS e o jornaleco... ops. esse é o adjetivo do POIS É... o JORNAL MENSAL ATUALIDADES).
Aproveito ainda esta oportunidade para desejar a todos os que nos acompanharam... e espero continuem a nos acompanhar (não nos deixem sós)... que esse final de ano, num período que considero de sentimentos mais comerciais do que qualquer outro mais altruista, seja da mais completa felicidade, paz e muito amor. Que as previsões mais tenebrosas de recessão e caos econômico que paira no ar fiquem bem longe do nosso carnavalesco povão e que continue sendo próspero e repleto de realizações.
Que o clima natalino seja o melhor possível, mas não esqueçam entre os presentes, as comidas e as bebidas nas confraternizações, do aniversariante mais ilustre do mês - o nosso bom, justo e sábio JESUS. Que seus ensinamentos possam ser, ao menos refletidos e aproveitados.
UM GRANDE ABRAÇO
Paulo Alencar
Quero na oportunidade anunciar o retorno dos espaços de fatos e futricas sobre a vida, prinicipalmente dos deodorenses ou simplesmente apaixonados pela terrinha (o DEVANEIOS e o jornaleco... ops. esse é o adjetivo do POIS É... o JORNAL MENSAL ATUALIDADES).
Aproveito ainda esta oportunidade para desejar a todos os que nos acompanharam... e espero continuem a nos acompanhar (não nos deixem sós)... que esse final de ano, num período que considero de sentimentos mais comerciais do que qualquer outro mais altruista, seja da mais completa felicidade, paz e muito amor. Que as previsões mais tenebrosas de recessão e caos econômico que paira no ar fiquem bem longe do nosso carnavalesco povão e que continue sendo próspero e repleto de realizações.
Que o clima natalino seja o melhor possível, mas não esqueçam entre os presentes, as comidas e as bebidas nas confraternizações, do aniversariante mais ilustre do mês - o nosso bom, justo e sábio JESUS. Que seus ensinamentos possam ser, ao menos refletidos e aproveitados.
UM GRANDE ABRAÇO
Paulo Alencar
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
VISÃO FEMININA
ESTAÇÕES...
As refiro-me, neste parágrafo, a VIDA: Infância, Juventude e Maturidade... Costumo dizer àqueles que perguntam a minha, que sou uma privilegiada, porque possuo TODAS, até a ATUAL!!!
Posso transitar da INFÂNCIA à MATURIDADE, depende do assunto a ser encarado no momento. Neste momento em particular, transito por TODAS ao lembrar do XAVIER ( pousada ACONHEGO ). Conheci ele e sua família quando eu já estava retornando para morar em MACEIÓ.
E hoje após sua passagem, gostaria imensamente que sua família, e PRINCIPALMENTE a SILMARA, também transitasse por suas fases de VIDA: O conhecimento, a paquera, casamento... os FRUTOS dessa união... Aposto que terás muita coisa a lembrar, recordações BOAS e talvez outras nem tanto como desse momento pelo qual TODOS voces estão passando ( incluo aí os AMIGOS que também compartilharam de sua presença ).
A ESSÊNCIA de cada um é IMORTAL, ela sobrevive na lembrança de um sorriso ou gesto; de uma frase; de um cheiro...
Agora, adentrando nas ESTAÇÕES pelas quais viajamos... computamos as chegadas e as partidas de nossos entes queridos, cada um com seu próprio bilhete com dia, hora e data certa, isso é inexorável! Experientes ou não, cientistas ou leigos não temos as respostas, porque a vida, como num passe de mágica, vem e MUDA as PERGUNTAS...
FORÇA e PAZ a TODOS neste momento!
Neila Ciglioni
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